segunda-feira, 7 de abril de 2014

Lua de mel em Veneza

No dia 04/03/2014, acordamos em Roma, fomos até à Estação Roma Termini, pegamos um trem para Veneza (cujas passagens tinham sido compradas antecipadamente no site da Trenitalia) e chegamos a Estação Venezia S. Lucia por volta das 14:20, onde pegamos um táxi aquático, uma lancha que você pode contratar para te levar até o hotel.


No caminho da estação até o hotel, já me encantei com o Grande Canal, as construções sobre as águas, as pessoas andando de gôndola, os ônibus aquáticos, os pequenos canais, as casas antigas, as pontes sob as quais tínhamos que abaixar para poder passar, ou seja, toda aquela atmosfera apaixonante que eu sempre sonhei conhecer.



Ficamos hospedados no Hotel Ca' Dei Conti, um 4 estrelas situado em um casarão antigo, mas muito bem conservado, com decoração elegante, ótima localização (a 5 minutos da Praça São Marcos), funcionários atenciosos e um café da manhã razoável. Nosso quarto era amplo e tinha vista para o pequeno canal na frente do hotel. Fiz questão que a hospedagem de Veneza fosse a melhor, mas esperava mais do hotel. O hotel de Roma, por exemplo, apesar de mais simples, era mais aconchegante, tinha funcionários mais atenciosos e um café da manhã melhor.

Frente do hotel

Área do café da manhã



Vista do nosso quarto

Deixamos as malas no quarto e saímos para almoçar, conhecer a cidade e curtir o último dia do Carnaval de Veneza. Caminhamos pelas suas ruelas, subimos e descemos suas pontes, compramos máscaras venezianas para entrar no clima, degustamos um belini (drink típico da cidade), compramos algumas gulodices italianas, e passamos o restante do dia na Praça São Marcos, onde havia um palco montado tocando diversas músicas, inclusive brasileiras. 

Muitas pessoas fantasiam-se luxuosamente para o Carnaval, com vestidos de baile, roupas iluminadas, belíssimas máscaras, e param, fazendo pose, quando nós pedimos para fotografá-las. É um barato! 





No dia seguinte, o plano era caminhar até a Ponte Rialto, visitar o Palácio Ducale e a Basílica de São Marcos, mas estávamos tão cansados que preferimos tirar o dia para descansar e repor as energias para mais 3 dias em Paris e 1 em Londres. Então acordamos tarde, passeamos de gôndola, caminhamos só um pouquinho pela cidade, ficamos sentados em um café na Praça São Marcos admirando a cidade e seu movimento, compramos umas lembrancinhas, almoçamos, voltamos para o hotel, dormimos, e à noite saímos para jantar.

Eu amei Veneza! É uma cidade única! Muito charmosa, muito romântica, perfeita para uma lua de mel! Realmente, é um lugar que se deve ir ao menos uma vez na vida.


 
Ponte Rialto

Ponte dos Suspiros

Palácio Ducale

Um passeio legal é pegar um vaporetto (uma espécie de ônibus aquático) e fazer um tour pelas principais ilhas do arquipélago veneziano, como Murano, Burano, Lido e Giudeca.

Veneza é uma ótima base para um bate-volta a Verona, cidade onde teriam vivido Romeu e Julieta. Vocês encontram excelentes dicas para este passeio nos blogs Turista Profissional e 13 Anos Depois...

Outros blogs que eu recomendo:

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)



segunda-feira, 31 de março de 2014

Lua de mel em Roma: hospedagem, alimentação etc.

Nas 4 noites que passamos em Roma, ficamos hospedados no Hotel Raffaello, que fica em Monti, numa rua tranquila, com vários restaurantes, há aproximadamente 10 minutos da Estação Roma Termini, 15 minutos do Coliseu, e 25 minutos da Fontana de Trevi.

Além de bem localizado, o hotel é muito bem conservado, os funcionários são atenciosos, o café da manhã é bom e o wi-fi é gratuito nos quartos e áreas comuns. Eu recomendo.

A frente do Hotel Raffaello

Quarto standard, o mais simples. Foi em um destes que ficamos.

Local do café da manhã. Créditos: Hotel Raffaello


Toda vez que eu viajo, faço uma lista de restaurantes para conhecer, e desta vez não poderia ser diferente, pois adoro massas.

Porém, em virtude da correria e do cansaço da viagem, acabávamos optando por almoçar perto das atrações turísticas em que estávamos, e jantar ou lanchar perto do hotel.

Dos restaurantes que eu havia selecionado, conhecemos apenas o Antica Pesa, em Trastevere, pois eu havia feito uma reserva neste restaurante ainda no Brasil, pela internet.

Trastevere é um bairro de vida noturna agitada, com muitos restaurantes e bares. Os funcionários do Antica Pesa foram simpáticos, a comida estava gostosa, mas confesso que esperava mais do restaurante, que é super elogiado na internet.

Todos gostaram dos seus pratos. Eu e marido comemos um spaghetti Cacio e Pepe, um bacalhau e um tiramissú que estavam muito bons.

Achei um absurdo o menu não possuir opções de bebidas e não haver, além da carta de vinhos, um cardápio específico de drinks. Se você não quiser beber vinho, tem que adivinhar as outras bebidas que eles tem.

Outro fato que me incomodou foi que após pedirmos nossos pratos, o garçom perguntou qual seria o segundo prato, eu respondi que provavelmente não pediríamos segundo prato, então ele deu um sorriso sarcástico e perguntou: "Are you sure?". Depois disso, tivemos certeza de que as porções seriam mínimas, mas não, eram satisfatórias, ideais para serem antecedidas por uma entrada ou seguidas de uma sobremesa. Somente Roberto sentiu necessidade de pedir outro prato, e este sim veio com pouquinho, rs.

Obs.: Os italianos costumam comer entrada, primeiro prato (geralmente uma massa), segundo prato (geralmente uma carne) e sobremesa. Nós não somos obrigados a pedir tudo isso, mas tem garçom que não gosta...

Dos outros restaurantes que conhecemos em Roma, recomendo o Quirino e o Non c'è trippa pe' gatti (alguém traduz isso pra mim, por favor). O primeiro fica perto da Fontana di Trevi, é muito bonito, tem uma varanda aprazível, bom atendimento e comida gostosa. Comi um fettuccine al tartuffo que estava muito bom. Foi a primeira vez que comi trufa e gostei. Roberto também aprovou a lasanha de funghi e trufa que ele pediu.

Varanda do Restaurante Quirino

Fettuccine al tartufo

Lasanha de funghi porcini e trufa

O Non c'è trippa pe' gatti fica na rua do hotel em que estávamos, é bem simples (feinho até), barato, mas bom. O gnocchi al pesto que eu comi lá estava delicioso! Meus pais jantaram lá em duas noites diferentes.

O que não fizemos (por falta de tempo ou disposição):

Visitar o Palatino;
Visitar a Bocca della Verità;
Caminhar pelas ruas de Trastevere;
Visitar os Quartos de Rafael, no Museu do Vaticano (dica da guia Edna Costa, que é guia do Vaticano);
Visitar o interior da Basílica de São Pedro;
Visitar a Piazza del Popolo;
Comer uma pizza em Nápoles.

O que não estava nos nossos planos (por falta de tempo) mas acho interessante fazer:

Visitar as Termas de Caracalla;
Visitar a Villa Borghese.

Blogs que eu recomendo:

Viaje na Viagem (sempre);

Quem tiver outras dicas de hospedagem, restaurantes, pontos turísticos e blogs de viagem, compartilhe conosco.

Semana que vem, contarei nossas aventuras na poética cidade de Veneza.

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Lua de mel em Roma. Terceiro e quarto dia

Esta lua de mel foi atípica, pois além de acontecer 3 anos após o casamento, teve a presença dos meus pais, rs.

Eu organizei tudo, meus pais não opinaram em nada (porque não quiseram) e marido só fez dois pedidos: um bate-volta a Pompéia e outro a Londres, que fizemos quando estávamos em Paris.

No terceiro dia em Roma, então, seguindo as dicas preciosas do blog Viaje na Viagem, fomos até a Estação Roma Termini, pegamos um trem para Nápoles, e na estação de Nápoles, pegamos um trem para Pompéia.

Nossa intenção era passar no máximo 3 horas em Pompéia, voltar para Nápoles, comer uma autêntica pizza napolitana e conhecer alguns pontos turísticos, como o Castel Nuovo, a Galeria Umberto I e a Piazza del Plebiscito.

Pompéia foi uma decepção! Achamos as ruínas mal sinalizadas, o mapa confuso, e sentimos muita falta de um guia para nos fazer mergulhar na história daquela cidade.

Quando estávamos indo para o anfiteatro, que é uma das principais atrações do local, começou a chover forte e nós decidimos ir embora.

Valeu a pena conhecer boa parte da ruínas e ver alguns corpos mumificados, mas eu e Roberto preferíamos ter ficado em Roma.

Ruínas de Pompéia


Corpo mumificado pelas cinzas


Afrescos que sobreviveram à tragédia
Vesúvio

De volta a Nápoles, saímos da ferroviária rumo a Pizzeria Triano da Ciro, que segundo minhas pesquisar pela internet, é uma das pizzarias mais tradicionais da cidade.

A grande maioria dos turistas vai até a Pizzeria da Michele, cuja pizza é considerada a melhor do mundo, e apareceu no filme Comer, Rezar e Amar, mas esta pizzaria fecha aos domingos, dia da nossa visita.

Segundo o Google Maps, o restaurante ficava a 13 minutos a pé da estação, mas nós andamos, andamos, andamos e não achamos o local. Além disso, deparamo-nos com uma cidade horrível, velha, mal tratada, suja, com lixo jogado nas calçadas, pessoas mal encaradas, cafetões e prostitutas andando tranquilamente pelas ruas. Tive até medo de tirar a minha câmera da bolsa para registrar algumas cenas napolitanas típicas, como varais pendurados do lado de fora dos apartamentos.

Como era domingo e não havia muito movimento, preferimos voltar para a ferroviária, fazer um lanche e ficar lá mesmo esperando o horário de pegar o nosso trem.

Hoje penso que poderíamos ter pegado um táxi, ido até a pizzaria e depois ido conhecer os pontos turísticos que eu havia selecionado, conhecer uma parte de Nápoles que deve ser diferente, mas ficamos tão chocados com o que vimos, que preferimos voltar para a estação.

Se Pompéia foi uma decepção, Nápoles foi muito pior...

No quarto e último dia em Roma, pretendíamos passar a manhã no Vaticano e à tarde conhecer o Castelo Sant'Angelo, a Piazza de Popolo e a Piazza di Spagna. No Vaticano, a intenção era visitar apenas a Capela Sistina, que fica dentro do seu museu, e a Basílica de São Pedro.

Comprei os ingressos para o Museu do Vaticano, antecipadamente e pela internet, para o horário de abertura: 09:00. Comprando pela internet, paga-se 4 euros a mais por ingresso, mas vale muito a pena, pois a fila para comprar na hora é assustadora.

Para chegar até lá de metrô, pode-se pegar a linha A, saltar na Estação Ottaviano e caminhar aproximadamente 25 minutos até o museu, mas como estávamos cansados e queríamos dormir um pouquinho mais, fomos de táxi.

O Museu do Vaticano é enorme, bem organizado (diferente de Pompéia :P) e muito lindo. A Capela Sistina, que é sua maior atração, fica no final, é claro, mas há dois caminhos diferentes para chegar até ela, um que passa por quase todo o museu e outro mais curto, com atalhos.

Eu achava que a capela era maior, mais suntuosa, mas é uma capela e não uma basílica, né? A infinidade de pinturas belíssimas que decoram o seu teto e a sua parede encantam e emocionam. Demos sorte de visitá-la quando ainda não estava cheia, o que me permitiu apreciar as pinturas com calma, no silêncio, e sair de lá com um sentimento de paz, mesmo não sendo católica. 

Não é permitido fotografar, mesmo sem flash.

Capela Sistina. Créditos: All Travel Diaries

Vista do café que fica nos jardins do Museu do Vaticano

Em seguida, fomos visitar a Basílica de São Pedro, mas desistimos, pois a fila estava enorme.

Acho que a melhor opção é visitar a basílica e depois o museu, pois parece que dentro da igreja há uma passagem para o museu, mas a minha prioridade era ver a Capela Sistina com a menor quantidade de pessoas possível, então fui até lá primeiro.

Basílica de São Pedro

Praça de São Pedro

Da Praça de São Pedro fomos andando até o Castelo Santa'Angelo, que fica bem perto, tiramos fotos do lado de fora, pegamos um táxi, voltamos à Fontana di Trevi (pois marido queria tirar fotos da fonte ensolarada), almoçamos ali perto e por último, fomos à Pizza di Spagna. A fonte desta praça estava toda coberta por tapumes e a escadaria estava lotada. Não curti :(

Castel Sant'Angelo

A Piazza do Popolo ficou pra próxima...

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :) 

terça-feira, 18 de março de 2014

Lua de mel em Roma. Primeiro e segundo dia

Dos 10 dia que eu passei na Europa, fiquei 4 noites em Roma, mas passei 1 dia em Pompéia e Nápoles. Como eu já disse aqui, acho que o ideal é passar no mínimo 4 dias inteiros em Roma, mas nos 3 dias que estive lá, consegui conhecer o que considero essencial.

Chegamos ao aeroporto Rome Fiumicino por volta de 12:15, onde havia um motorista nos esperando a fim de nos levar ao hotel. Antes de viajar, entrei em contato com o hotel por e-mail e pedi que eles reservassem este serviço para nós.

Ficamos hospedados no Hotel Raffaello, um hotel 3 estrelas que tem uma ótima localização, pois fica a aproximadamente 20 minutos do Coliseu, 25 minutos da Fontana de Trevi, 10 minutos da estação Roma Termini (tudo a pé), e próximo a vários restaurantes.

Minha intenção no primeiro dia era visitar a Fontana di Trevi, o Pantheon, o Campo de' Fiori,  a Piazza Navona e a Via del Corso (que ficam próximas umas das outras),  mas só conhecemos as 3 primeiras atrações, pois quando chegamos ao Campo de' Fiori, começou a chover muito, então pegamos um táxi e voltamos para o hotel. 

A Fontana di Trevi é linda como nos filmes e nas fotos! Difícil é conseguir tirar uma foto boa dela com tantas pessoas em volta...



No caminho para o Pantheon, passamos sem querer pelo Tempio di Adriano, que fica na Piazza di Pietra, e é muito bonito.


Dentro do Pantheon, que também é lindo, fica o túmulo de Rafael, mas só descobri isso no dia seguinte, então não registrei :(


O túmulo de Rafael fica logo abaixo desta escultura, mas como eu não sabia, registrei apenas a santa.

O mais inteligente seria irmos do Pantheon para a Piazza Navona (hoje eu sei disso), mas olhando o mapa, achei melhor seguirmos para o Campo de' Fiori. Como se não bastasse a escolha ruim, nos perdemos no caminho, demoramos para chegar lá, e quando chegamos, não gostamos do que vimos e começou a chover. Na minha opinião, o Campo de' Fiori, à noite, não tem graça, exceto pela estátua do filósofo Giordano Bruno, que foi queimado vivo naquele local, pela Inquisição, em 1600, por defender a mesma ideia de Galileu Galilei, de que a Terra girava em torno do sol. Durante o dia, porém, até as 14:00h, com exceção dos domingos, acontece nesta praça uma feira que vende flores, alimentos e souvenirs. A feira é até interessante (visitei-a no dia seguinte), mas na minha humilde opinião, nem ela nem a estátua do Giordano Bruno valem a visita à praça, principalmente se você tiver poucos dias em Roma.

Campo de' Fiori

No segundo dia, a intenção inicial era a visitar o Coliseu, o Arco di Costantino, o Palatino, o Foro Romano, a Bocca dela Verità (que fica na Basilica di Santa Maria in Cosmedin) e o Monumento a Vittorio Emanuele II. Mas como no dia anterior não tínhamos conhecido a Piazza Navona, que eu queria muito conhecer, coloquei-a no lugar da Bocca dela Verità.

Para nos acompanhar à visita das 4 primeiras atrações, que transbordam história, contratei, ainda no Brasil e por e-mail, uma guia brasileira que vive em Roma, chamada Edna Costa. Este foi um dos maiores acertos da viagem, pois o guia otimiza o seu tempo, sabe o que vale a pena visitar e qual o melhor caminho para chegar até lá, enche você de informações históricas, dá dicas de boas lojas e restaurantes etc. Eu me arrependi muito de não ter contratado uma guia para o passeio do dia seguinte, mas isso é assunto para outro post.

Em 4 horas fomos à Basilica S. Pietro in Vincoli, ao Coliseu, ao Arco di Constantino, ao Foro Romano, ao Campidoglio, ao Monumento a Vittorio Emanuele II, à Piazza Navona, e voltamos ao Campo de' Fiori, para conhecer a sua feira e tirar a impressão ruim do dia anterior. A Edna sugeriu que substituíssemos o Palatino pelo Campidoglio.

Basilica di S. Pietro in Vincoli


Túmulo do Papa Júlio II e estátua de Moisés de Michelangelo

Correntes que prenderam São Pedro

Coliseu




O Coliseu é lindo! Estar lá é emocionante! 

Vocês sabiam que quando ele foi feito, era todo coberto por mármore de Carrara branco? Imaginem que espetáculo!

O ingresso para o Coliseu dá direito a visitar o Foro Romano e o Palatino. Sugiro que vocês o comprem antecipadamente, pela internet, para evitar uma fila enorme. Também acho muito importante a contratação de um guia ou de um audioguia para visitar o Coliseu e o Foro Romano.

Arco di Constantino

Infelizmente, estava em reforma, como muitos outros monumentos.

Foro Romano

Belíssima foto panorâmica do Foro Romano. Créditos: Wikipédia

Arco de Septímio Severo

Detalhes do arco

Templo de Antonino e Faustina
 
Templo de Vesta

Campidoglio

Prefeitura

Réplica da estátua da loba amamentando Romulo e Remo. A original está dentro dos Museus Capitolinos.

Monumento a Vittorio Emanuele II, Piazza Venezia


Túmulo do Soldado Desconhecido



Piazza Navona

Fontana dei Quattro Fiumi

Prédio da Embaixada Brasileira


Esta praça é linda! Além da Fontana dei Quattro Fiumi e da Embaixada Brasileira, ela possui outras atrações, como a Fontana del Moro, a Fontana di Nettuno (que não estava lá, rs) e a Igreja de Sant'Agnese in Agone. 

Almoçamos no Campo de' Fiori, fomos andando até a Via del Corso, visitamos algumas lojas e depois pegamos um táxi até o hotel. A Via del Corso tem várias lojas bacanas, como Zara, Mango e Fossil. Eu não comprei nada para mim, mas meu pai comprou umas gravatas de seda bacanas. Na Via di Ripetta, que é paralela à del Corso, quase na Piazza del Popolo, também tem uma enoteca legal, com vinhos pra todos os gostos e bolsos. 

Espero que a postagem não tenha ficado cansativa. Semana que vem eu falarei do terceiro dia, em Pompéia, e do quarto dia, quando visitamos o Vaticano.

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)

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