segunda-feira, 21 de abril de 2014

Lua de mel em Paris

Chegamos a Paris no dia 06/03/2014, por volta das 15:00, vindo de Veneza, pela Air France.

No aeroporto Charles de Gaulle, a Jéssica, da Telma France Tour, aguardava-nos com um motorista e nos levou até o Hotel Saint Paul Rive Gauche, no Quartier Latin, onde fica o Jardim de Luxemburgo, o Pantheon, a Sorbonne, vários restaurantes e muitas lojas.

Deixamos as malas no hotel e saímos para conhecer a cidade luz. Fomos à Torre Eiffel (mas não subimos por falta de tempo) e ao Arco do Triunfo, depois caminhamos pela Champs-Élysées até a Praça Madeleine, que tem várias lojas de vinhos. Quando lá chegamos, já era noite e as famosas lojas Hediard e Fauchon estavam fechadas, mas fomos até uma enoteca chamada Nicolas, que tem em vários pontos da cidade, onde meu pai foi muito bem atendido e comprou vários vinhos.

Terminamos a noite jantando no tradicional Les Deux Magots.

Dispensa apresentações

Arco do Triunfo em reforma




No dia seguinte, tomamos café da manhã no Jardim de Luxemburgo, conhecemos o Pantheon, a Sorbonne, a lindíssima Catedral de Notre-Dame, o Palácio Garnier e um pedacinho das Galerias Lafayette. Em virtude da falta de tempo e do excesso de cansaço, não entramos em nenhuma dessas atrações.


Jardim de Luxemburgo

É lindo! Imagina na primavera... O lugar ideal para tomar o café da manhã, tomar um chá da tarde ou fazer um piquenique. Possui uma filial da tradicional pâtisserie Angelina, que vende o africano, considerado um dos melhores chocolates quentes da cidade.




Pantheon

Também estava sendo reformado.

Sorbonne



Catedral de Notre-Dame



Modelo sendo fotografada para um editorial de moda


Palácio Garnier




Galerias Lafayette


O terceiro dia passamos em Londres, e no quarto dia fomos ao mercado Les Enfants Rouges, à Place des Vosges (ambos no Marais), à Basílica de Sacrée Cour (em Montmatre) e ao Museu do Louvre, mas também não entramos nos 2 últimos.

Achei o bairro do Marais muito charmoso, uma ótima opção para hospedagem; a Place des Voges é muito bonita, deve ser uma delícia comprar um lanche e saboreá-lo sentada no seu gramado, admirando a paisagem.

Place des Vosges

Basílica de Sacrée-Coeur

Museu do Louvre

Paris é de fato tão linda quanto todos dizem, para qualquer lado que se olha se vê uma bela construção, uma bela paisagem, uma rua charmosa etc. Foi um crime ficar apenas 2 dias e meio em uma cidade tão interessante, não vejo a hora de voltar e ficar ao menos uma semana.

Na próxima postagem falarei sobre o hotel em que nos hospedamos; dos restaurantes que gostamos; dos pontos turísticos aos quais não fomos, mas que vale a pena serem visitados; e dos blogs que me ajudaram a organizar a viagem.

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Lua de mel em Veneza

No dia 04/03/2014, acordamos em Roma, fomos até à Estação Roma Termini, pegamos um trem para Veneza (cujas passagens tinham sido compradas antecipadamente no site da Trenitalia) e chegamos a Estação Venezia S. Lucia por volta das 14:20, onde pegamos um táxi aquático, uma lancha que você pode contratar para te levar até o hotel.


No caminho da estação até o hotel, já me encantei com o Grande Canal, as construções sobre as águas, as pessoas andando de gôndola, os ônibus aquáticos, os pequenos canais, as casas antigas, as pontes sob as quais tínhamos que abaixar para poder passar, ou seja, toda aquela atmosfera apaixonante que eu sempre sonhei conhecer.



Ficamos hospedados no Hotel Ca' Dei Conti, um 4 estrelas situado em um casarão antigo, mas muito bem conservado, com decoração elegante, ótima localização (a 5 minutos da Praça São Marcos), funcionários atenciosos e um café da manhã razoável. Nosso quarto era amplo e tinha vista para o pequeno canal na frente do hotel. Fiz questão que a hospedagem de Veneza fosse a melhor, mas esperava mais do hotel. O hotel de Roma, por exemplo, apesar de mais simples, era mais aconchegante, tinha funcionários mais atenciosos e um café da manhã melhor.

Frente do hotel

Área do café da manhã



Vista do nosso quarto

Deixamos as malas no quarto e saímos para almoçar, conhecer a cidade e curtir o último dia do Carnaval de Veneza. Caminhamos pelas suas ruelas, subimos e descemos suas pontes, compramos máscaras venezianas para entrar no clima, degustamos um belini (drink típico da cidade), compramos algumas gulodices italianas, e passamos o restante do dia na Praça São Marcos, onde havia um palco montado tocando diversas músicas, inclusive brasileiras. 

Muitas pessoas fantasiam-se luxuosamente para o Carnaval, com vestidos de baile, roupas iluminadas, belíssimas máscaras, e param, fazendo pose, quando nós pedimos para fotografá-las. É um barato! 





No dia seguinte, o plano era caminhar até a Ponte Rialto, visitar o Palácio Ducale e a Basílica de São Marcos, mas estávamos tão cansados que preferimos tirar o dia para descansar e repor as energias para mais 3 dias em Paris e 1 em Londres. Então acordamos tarde, passeamos de gôndola, caminhamos só um pouquinho pela cidade, ficamos sentados em um café na Praça São Marcos admirando a cidade e seu movimento, compramos umas lembrancinhas, almoçamos, voltamos para o hotel, dormimos, e à noite saímos para jantar.

Eu amei Veneza! É uma cidade única! Muito charmosa, muito romântica, perfeita para uma lua de mel! Realmente, é um lugar que se deve ir ao menos uma vez na vida.


 
Ponte Rialto

Ponte dos Suspiros

Palácio Ducale

Um passeio legal é pegar um vaporetto (uma espécie de ônibus aquático) e fazer um tour pelas principais ilhas do arquipélago veneziano, como Murano, Burano, Lido e Giudeca.

Veneza é uma ótima base para um bate-volta a Verona, cidade onde teriam vivido Romeu e Julieta. Vocês encontram excelentes dicas para este passeio nos blogs Turista Profissional e 13 Anos Depois...

Outros blogs que eu recomendo:

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)



segunda-feira, 31 de março de 2014

Lua de mel em Roma: hospedagem, alimentação etc.

Nas 4 noites que passamos em Roma, ficamos hospedados no Hotel Raffaello, que fica em Monti, numa rua tranquila, com vários restaurantes, há aproximadamente 10 minutos da Estação Roma Termini, 15 minutos do Coliseu, e 25 minutos da Fontana de Trevi.

Além de bem localizado, o hotel é muito bem conservado, os funcionários são atenciosos, o café da manhã é bom e o wi-fi é gratuito nos quartos e áreas comuns. Eu recomendo.

A frente do Hotel Raffaello

Quarto standard, o mais simples. Foi em um destes que ficamos.

Local do café da manhã. Créditos: Hotel Raffaello


Toda vez que eu viajo, faço uma lista de restaurantes para conhecer, e desta vez não poderia ser diferente, pois adoro massas.

Porém, em virtude da correria e do cansaço da viagem, acabávamos optando por almoçar perto das atrações turísticas em que estávamos, e jantar ou lanchar perto do hotel.

Dos restaurantes que eu havia selecionado, conhecemos apenas o Antica Pesa, em Trastevere, pois eu havia feito uma reserva neste restaurante ainda no Brasil, pela internet.

Trastevere é um bairro de vida noturna agitada, com muitos restaurantes e bares. Os funcionários do Antica Pesa foram simpáticos, a comida estava gostosa, mas confesso que esperava mais do restaurante, que é super elogiado na internet.

Todos gostaram dos seus pratos. Eu e marido comemos um spaghetti Cacio e Pepe, um bacalhau e um tiramissú que estavam muito bons.

Achei um absurdo o menu não possuir opções de bebidas e não haver, além da carta de vinhos, um cardápio específico de drinks. Se você não quiser beber vinho, tem que adivinhar as outras bebidas que eles tem.

Outro fato que me incomodou foi que após pedirmos nossos pratos, o garçom perguntou qual seria o segundo prato, eu respondi que provavelmente não pediríamos segundo prato, então ele deu um sorriso sarcástico e perguntou: "Are you sure?". Depois disso, tivemos certeza de que as porções seriam mínimas, mas não, eram satisfatórias, ideais para serem antecedidas por uma entrada ou seguidas de uma sobremesa. Somente Roberto sentiu necessidade de pedir outro prato, e este sim veio com pouquinho, rs.

Obs.: Os italianos costumam comer entrada, primeiro prato (geralmente uma massa), segundo prato (geralmente uma carne) e sobremesa. Nós não somos obrigados a pedir tudo isso, mas tem garçom que não gosta...

Dos outros restaurantes que conhecemos em Roma, recomendo o Quirino e o Non c'è trippa pe' gatti (alguém traduz isso pra mim, por favor). O primeiro fica perto da Fontana di Trevi, é muito bonito, tem uma varanda aprazível, bom atendimento e comida gostosa. Comi um fettuccine al tartuffo que estava muito bom. Foi a primeira vez que comi trufa e gostei. Roberto também aprovou a lasanha de funghi e trufa que ele pediu.

Varanda do Restaurante Quirino

Fettuccine al tartufo

Lasanha de funghi porcini e trufa

O Non c'è trippa pe' gatti fica na rua do hotel em que estávamos, é bem simples (feinho até), barato, mas bom. O gnocchi al pesto que eu comi lá estava delicioso! Meus pais jantaram lá em duas noites diferentes.

O que não fizemos (por falta de tempo ou disposição):

Visitar o Palatino;
Visitar a Bocca della Verità;
Caminhar pelas ruas de Trastevere;
Visitar os Quartos de Rafael, no Museu do Vaticano (dica da guia Edna Costa, que é guia do Vaticano);
Visitar o interior da Basílica de São Pedro;
Visitar a Piazza del Popolo;
Comer uma pizza em Nápoles.

O que não estava nos nossos planos (por falta de tempo) mas acho interessante fazer:

Visitar as Termas de Caracalla;
Visitar a Villa Borghese.

Blogs que eu recomendo:

Viaje na Viagem (sempre);

Quem tiver outras dicas de hospedagem, restaurantes, pontos turísticos e blogs de viagem, compartilhe conosco.

Semana que vem, contarei nossas aventuras na poética cidade de Veneza.

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Lua de mel em Roma. Terceiro e quarto dia

Esta lua de mel foi atípica, pois além de acontecer 3 anos após o casamento, teve a presença dos meus pais, rs.

Eu organizei tudo, meus pais não opinaram em nada (porque não quiseram) e marido só fez dois pedidos: um bate-volta a Pompéia e outro a Londres, que fizemos quando estávamos em Paris.

No terceiro dia em Roma, então, seguindo as dicas preciosas do blog Viaje na Viagem, fomos até a Estação Roma Termini, pegamos um trem para Nápoles, e na estação de Nápoles, pegamos um trem para Pompéia.

Nossa intenção era passar no máximo 3 horas em Pompéia, voltar para Nápoles, comer uma autêntica pizza napolitana e conhecer alguns pontos turísticos, como o Castel Nuovo, a Galeria Umberto I e a Piazza del Plebiscito.

Pompéia foi uma decepção! Achamos as ruínas mal sinalizadas, o mapa confuso, e sentimos muita falta de um guia para nos fazer mergulhar na história daquela cidade.

Quando estávamos indo para o anfiteatro, que é uma das principais atrações do local, começou a chover forte e nós decidimos ir embora.

Valeu a pena conhecer boa parte da ruínas e ver alguns corpos mumificados, mas eu e Roberto preferíamos ter ficado em Roma.

Ruínas de Pompéia


Corpo mumificado pelas cinzas


Afrescos que sobreviveram à tragédia
Vesúvio

De volta a Nápoles, saímos da ferroviária rumo a Pizzeria Triano da Ciro, que segundo minhas pesquisar pela internet, é uma das pizzarias mais tradicionais da cidade.

A grande maioria dos turistas vai até a Pizzeria da Michele, cuja pizza é considerada a melhor do mundo, e apareceu no filme Comer, Rezar e Amar, mas esta pizzaria fecha aos domingos, dia da nossa visita.

Segundo o Google Maps, o restaurante ficava a 13 minutos a pé da estação, mas nós andamos, andamos, andamos e não achamos o local. Além disso, deparamo-nos com uma cidade horrível, velha, mal tratada, suja, com lixo jogado nas calçadas, pessoas mal encaradas, cafetões e prostitutas andando tranquilamente pelas ruas. Tive até medo de tirar a minha câmera da bolsa para registrar algumas cenas napolitanas típicas, como varais pendurados do lado de fora dos apartamentos.

Como era domingo e não havia muito movimento, preferimos voltar para a ferroviária, fazer um lanche e ficar lá mesmo esperando o horário de pegar o nosso trem.

Hoje penso que poderíamos ter pegado um táxi, ido até a pizzaria e depois ido conhecer os pontos turísticos que eu havia selecionado, conhecer uma parte de Nápoles que deve ser diferente, mas ficamos tão chocados com o que vimos, que preferimos voltar para a estação.

Se Pompéia foi uma decepção, Nápoles foi muito pior...

No quarto e último dia em Roma, pretendíamos passar a manhã no Vaticano e à tarde conhecer o Castelo Sant'Angelo, a Piazza de Popolo e a Piazza di Spagna. No Vaticano, a intenção era visitar apenas a Capela Sistina, que fica dentro do seu museu, e a Basílica de São Pedro.

Comprei os ingressos para o Museu do Vaticano, antecipadamente e pela internet, para o horário de abertura: 09:00. Comprando pela internet, paga-se 4 euros a mais por ingresso, mas vale muito a pena, pois a fila para comprar na hora é assustadora.

Para chegar até lá de metrô, pode-se pegar a linha A, saltar na Estação Ottaviano e caminhar aproximadamente 25 minutos até o museu, mas como estávamos cansados e queríamos dormir um pouquinho mais, fomos de táxi.

O Museu do Vaticano é enorme, bem organizado (diferente de Pompéia :P) e muito lindo. A Capela Sistina, que é sua maior atração, fica no final, é claro, mas há dois caminhos diferentes para chegar até ela, um que passa por quase todo o museu e outro mais curto, com atalhos.

Eu achava que a capela era maior, mais suntuosa, mas é uma capela e não uma basílica, né? A infinidade de pinturas belíssimas que decoram o seu teto e a sua parede encantam e emocionam. Demos sorte de visitá-la quando ainda não estava cheia, o que me permitiu apreciar as pinturas com calma, no silêncio, e sair de lá com um sentimento de paz, mesmo não sendo católica. 

Não é permitido fotografar, mesmo sem flash.

Capela Sistina. Créditos: All Travel Diaries

Vista do café que fica nos jardins do Museu do Vaticano

Em seguida, fomos visitar a Basílica de São Pedro, mas desistimos, pois a fila estava enorme.

Acho que a melhor opção é visitar a basílica e depois o museu, pois parece que dentro da igreja há uma passagem para o museu, mas a minha prioridade era ver a Capela Sistina com a menor quantidade de pessoas possível, então fui até lá primeiro.

Basílica de São Pedro

Praça de São Pedro

Da Praça de São Pedro fomos andando até o Castelo Santa'Angelo, que fica bem perto, tiramos fotos do lado de fora, pegamos um táxi, voltamos à Fontana di Trevi (pois marido queria tirar fotos da fonte ensolarada), almoçamos ali perto e por último, fomos à Pizza di Spagna. A fonte desta praça estava toda coberta por tapumes e a escadaria estava lotada. Não curti :(

Castel Sant'Angelo

A Piazza do Popolo ficou pra próxima...

Beijos e uma ótima semana,

Silvia Tanes :) 

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